Funcionários realizam abraço simbólico para comemorar 65 anos do Hospital Candelária

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Funcionários do hospital deram um abraço simbólico para comemorar os 65 anos da casa de saúde - Crédito: Tiago Garcia / JC

Com o objetivo de simbolizar uma data especial, direção e funcionários do Hospital Candelária promoveram na tarde da última segunda (16) um abraço simbólico para celebrar os 65 anos de fundação da casa de saúde.

Em entrevista concedida para a imprensa, o diretor administrativo do Hospital Candelária, Aristides Feistler, salientou que a entidade fundada em 16 de maio de 1957 e que a entidade passou por diversas transformações ao longo de seis décadas para atender a população de Candelária e região. “O hospital é uma entidade importante para toda a comunidade que necessita ter o atendimento disponível para que as pessoas possam fazer o bom uso dos serviços”, salientou.

Aristides confirmou que o hospital teve um aporte de recursos para enfrentamento da pandemia e oriundo de um projeto realizado junto ao Lions que resultou em um recurso de U$$ 100 mil dólares repassados pelo Lions Internacional em julho de 2020, onde a entidade adquiriu novos equipamentos para a casa de saúde e salientou a parceria com o poder público e deputados que tem repassados uma série de recursos através de emendas parlamentares. “O hospital sobrevive com recursos que vem da União e do Estado e nosso objetivo é buscar qualificar cada vez mais a estrutura e os serviços oferecidos para a comunidade”, destacou.

Visando o futuro, o diretor destacou que desde 2014, o hospital possui um plano diretor que já foi apresentado no Ministério da Saúde, mas que ainda não teve êxito. Ele destacou as parcerias para a aquisição de um tomógrafo e a habilitação junto a Secretária Estadual de Saúde de referências em outros serviços para a população. “Queremos colocar um ambulatório especializado em ginecologia que está em falta e estamos buscando outros profissionais para qualificar o atendimento na casa de saúde”, destacou.

O administrador falou também sobre os fatos ocorridos nos últimos dias, quando funcionários da casa de saúde relataram situações desagradáveis enfrentadas por eles após serem ofendidos por pessoas que estavam em atendimento no hospital e que acabaram invadindo locais de acesso restrito, produzindo vídeos e publicações em redes sociais. “A gente fica muito triste com relação a esses fatos, porque todos merecem o respeito. As pessoas acham que possuem somente o direito e esquecem do dever. Ninguém é saco de pancada para estar sendo desrespeitado, as vezes vêm alcoolizadas para o hospital, isso acaba atrapalhando o desempenho do serviço”, pontua.

A partir dos fatos ocorridos, a direção da casa de saúde avalia uma medida alternativa para inibir o acesso na casa de saúde de pessoas não autorizadas. “Não gostaríamos de fazer isso, pois com povo civilizado não há necessidade. Em hipótese alguma quero colocar um guarda, porteiro ou serviço de vigilância privada com revólver na cintura, pois para mim isso extrapola o respeito de um serviço prestado pelo hospital que é da comunidade, mas parece que quanto mais é oferecido, mais somos cobrados”, destaca, salientando ainda que as pessoas precisam estar cientes dos seus atos pois podem ser penalizados por eles.

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